quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

MENSAGEM AOS POETAS


Espero que os 365 dias de 2011 sejam para todos os amantes da poesia dias de vitórias. Eles nos despertarão do sonho que não nos deixou viver, e farão com que a vida exploda em nossos peitos, com as cores que não sonhamos. Servirão ainda para dscobrirmos que a força está o tempo todo em nós. E é como se então de repente, alcançarmos o topo do fim. De volta ao começo, ao começo de um fim!

(Antonio Oliveira - inspirado no poema "De volta ao começo" de Gonzaguinha)

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

CHICO MENDES




Chico Mendes é morto em 22 de Dezembro de 1988 diante da esposa e dos filhos.

Se Chico Mendes já incomodava os ricos e poderosos com suas manifestações contra o desmatamento, ele passa a incomodar muito mais quando começa a ganhar destaque na imprensa internacional e a receber prêmios pelo mundo. Por toda parte, ele ouvirá ameaças de morte. Até que ela virá, conforme anunciada
A luta de Chico pela proteção da floresta e dos povos que a habitam faz com que os bancos estrangeiros suspendam financiamentos prometidos para empreendimentos que viriam a prejudicar a floresta, como asfaltamento de estradas e construção de prédios. Isso é bater de frente com os interesses de empresários e fazendeiros como Tavares. Chico acredita que o trabalho sujo de matá-lo tenha ficado a cargo dos irmãos Darly e Alvarino Alves da Silva, fazendeiros.

Morte anunciada
O fato é que Chico os incomoda mais e mais. Ele impede que os fazendeiros desmatem as terras que compraram. Depois, por causa da pressão estrangeira, o governo desaproria um seringal para transformá-lo em reserva extrativista, reivindicação de Chico. Na tentativa de deter Darly, Chico aciona alguns conhecidos para investigarem se o fazendeiro tem crimes nas costas. E tem. Com isso, um juiz decreta a prisão de Darly. Só que o tempo passa e ninguém prende o criminoso, talvez porque o escrivão da polícia local seja irmão dele. Chico acaba ficando numa situação ainda mais difícil.

(amazonia.globo.com)

sábado, 11 de dezembro de 2010

A PRAÇA É DO POETA COMO O CÉU É DO AVIÃO


RECITAL NA PÇA RIO CACHOEIRA




CLÍNICA DE CORRIDA E CLUBE DO POETA EM UMA AÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA ALIADA A CONTEMPLAÇÃO DA VIDA, CONVIDAM O POVO DE ITABUNA E REGIÃO PARA APRECIARMOS A AURORIDADE DO DIA 17/12, SEXTA - FEIRA ÀS 6H DA MANHÃ - NESTA PÇA RIO CACHOEIRA.VENHAM E SEJAMOS FELIZES!!!

domingo, 5 de dezembro de 2010


Thomas Alva Edison (Milan, 11 de Fevereiro de 1847 — West Orange, 18 de Outubro de 1931) foi um inventor e empresário dos Estados Unidos que desenvolveu muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial. O Feiticeiro de Menlo Park (The Wizard of Menlo Park), como era conhecido, foi um dos primeiros inventores a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção.

Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnlógico e científico encontra-se a lâmpada eléctrica incandescente, o gramofone, o cinescópio ou cinetoscópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para o telefone, Edison é um dos precursores da tecnologia do século XX. Tem um papel determinante na indústria do cinema.

Muitos o consideram o maior inventor de todos os tempos. O seu QI seria estimado em cerca de 240, boa marca para o ego americano. A ele são atribuídas mais de 1300 patentes (das quais várias centenas são de facto de sua própria autoria).

terça-feira, 16 de novembro de 2010







EIS O CLUBE DO POETA EM UMA DE SUAS AÇÕES DE UTILIDADE PÚBLICA. AQUI O RECITAL FOI EM APÓIO AO DA "D" DA LEITURA PROMOVIDO PELA ESCOLA CAIQUE DE ITABUNA. QUE LINDO ESPETÁCULO!

O BRASIL DA HISTÓRIA

Em 15 de novembro de 1889, o Brasil mudou sua história com a proclamação da República, feita pelo marechal Deodoro da Fonseca no Rio de Janeiro. A data marcou o fim da monarquia brasileira. Um governo provisório foi estabelecido e o decreto número um anunciava a República Federativa.

O processo histórico em que se desenvolveu o fim do regime monárquico brasileiro e a ascensão da ordem republicana no Brasil perpassa por uma série de transformações onde visualizamos a chegada dos militares ao poder. De fato, a proposta de um regime republicano já vivia uma longa história manifestada em diferentes revoltas onde a opção republicana dava seus primeiros sinais. Entre tantas tentativas de transformação, a Revolução Farroupilha (1835-1845) foi a última a levantar-se contra a monarquia.

Podemos destacar a importância do processo de industrialização e o crescimento da cafeicultura enquanto fatores de mudança sócio-econômica. As classes médias urbanas e os cafeicultores do Oeste paulista buscavam ampliar sua participação política através de uma nova forma de governo. Ao mesmo tempo, os militares que saíram vitoriosos da Guerra do Paraguai se aproximaram do pensamento positivista, defensor de um governo republicano centralizado.

Além dessa demanda por transformação política, devemos também destacar como a campanha abolicionista começou a divulgar uma forte propaganda contra o regime monárquico. Vários entusiastas da causa abolicionista relacionavam os entraves do desenvolvimento nacional às desigualdades de um tipo de relação de trabalho legitimado pelas mãos de Dom Pedro II. Dessa forma, o fim da monarquia era uma opção viável para muitos daqueles que combatiam a mão-de-obra escrava.

Até aqui podemos ver que os mais proeminentes intelectuais e mais importantes membros da elite agro-exportadora nacional não mais apoiavam a monarquia. Essa perda de sustentação política pode ser ainda explicada com as conseqüências de duas leis que merecem destaque. Em 1850, a lei Eusébio de Queiroz proibiu a tráfico de escravos, encarecendo o uso desse tipo de força de trabalho. Naquele mesmo ano, a Lei de Terras preservava a economia nas mãos dos grandes proprietários de terra.

O conjunto dessas transformações ganhou maior força a partir de 1870. Naquele ano, os republicanos se organizaram em um partido e publicaram suas idéias no Manifesto Republicano. Naquela altura, os militares se mobilizaram contra os poderes amplos do imperador e, pouco depois, a Igreja se voltou contra a monarquia depois de ter suas medidas contra a presença de maçons na Igreja anuladas pelos poderes concedidos ao rei.

No ano de 1888, a abolição da escravidão promovida pelas mãos da princesa Isabel deu o último suspiro à Monarquia Brasileira. O latifúndio e a sociedade escravista que justificavam a presença de um imperador enérgico e autoritário, não faziam mais sentido às novas feições da sociedade brasileira do século XIX. Os clubes republicanos já se espalhavam em todo o país e naquela mesma época diversos boatos davam conta sobre a intenção de Dom Pedro II em reconfigurar os quadros da Guarda Nacional.

A ameaça de deposição e mudança dentro do exército serviu de motivação suficiente para que o Marechal Deodoro da Fonseca agrupasse as tropas do Rio de Janeiro e invadisse o Ministério da Guerra. Segundo alguns relatos, os militares pretendiam inicialmente exigir somente a mudança do Ministro da Guerra. No entanto, a ameaça militar foi suficiente para dissolver o gabinete imperial e proclamar a República.

O golpe militar promovido em 15 de novembro de 1889 foi reafirmado com a proclamação civil de integrantes do Partido Republicano, na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Ao contrário do que aparentou, a proclamação foi conseqüência de um governo que não mais possuía base de sustentação política e não contou com intensa participação popular. Conforme salientado pelo ministro Aristides Lobo, a proclamação ocorreu às vistas de um povo que assistiu tudo de forma bestializada.

Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola