domingo, 18 de julho de 2010

GILBERTO FREIRE


Em 18 de julho de 1987, morre Gilberto Freyre (foto), escritor brasileiro que mais homenagens recebeu de universidades da Europa e dos EUA. Nascido em 1900, Freyre escreveu 67 livros, sendo Casa Grande & Senzala, de 1933, a sua maior obra. O livro se tornou um clássico sobre a formação da sociedade brasileira.

A BODARRADA

sexta-feira, 16 de julho de 2010

DESESPERO HUMANO



Na tarde de 16 de julho de 1950, 173.850 pessoas desesperads emudeceram na maior frustação da história do futebol brasileiro. O Brasil precisava apenas de um empate contra o Uruguai para conquistar a sua primeira Copa do Mundo, em pleno Maracanã. O time saiu ganhando mas acabou perdendo o jogo de virada, por 2 a 1.

JOSÉ BASTOS: O PARNASIANO ITABUNENSE

UM CANTO PARNASIANO

Segundo Hamilton Nepomuceno, organizador e prefaciador da segunda edição de Horas Líricas, primeiro e único livro do poeta Itabunense José Bastos (1905 – 1937), nascido no então arraial de Água preta, hoje o bairro Antique, o poeta completou o aprendizado das letras na cidade natal, depois seguiu para a capital de onde retornara por conseqüência da morte de seu pai em Agosto de 1918.

“Horas Líricas” foi publicado em 1930 e reeditado como homenagem ao cinqüentenário de Itabuna. Com esse livro em mãos o poeta foi para o Rio de Janeiro, onde pretendia inserir-se na vida cultural da antiga capital do país, não conseguindo seu intento. Melancólico e doente, vítima da tuberculose, ateia fogo em toda a sua produção ainda inédita em verso e prosa, da qual apenas do título se tem notícia: “Terra Verde”.

E sua poesia não é outra senão o reflexo de um rigoroso senso estético, quanto a linguagem e estrutura, não variando muito quanto a forma (o soneto), fruto de uma escola parnasiana, da qual Olavo Bilac foi, no Brasil, seu artífice mais talentoso.

Como todo poeta parnasiano José Bastos não economizou no uso de palavras incomuns, evitava o intimismo sendo objetivo e impessoal. Seus temas quase sempre são sobre a natureza ou arqueológicos, mitológicos ou históricos.

Fiel a esse ideário, o poeta procura de maneira intencional os ideais clássicos de beleza, equilíbrio, universalidade, harmonia, materialismo com a finalidade de atingir o universalismo platônico, que tanto é mais verdadeiro quanto mais as pessoas acreditarem nele.

(jornal Agora, de Itabuna Caderno Banda B)

terça-feira, 13 de julho de 2010

ERASMO DE ROTERDAM


Em 12 de junho de 1536 - Morre Erasmo de Rotterdam, humanista holandês escritor da obra Elogio da Loucura.Desidério Erasmo foi, em seu tempo, um dos maiores críticos do dogma católico romano e da imoralidade do clero. Mas não deixou de atacar também o movimento protestante de Lutero. Professor de Língua Grega na Universidade de Oxford, na Inglaterra, ele percorreu as principais universidades da Europa.

O ATLETA DO SÉCULO


Em 12 de julho de 1980, Édson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé, foi eleito o Atleta do Século, em pesquisa mundial promovida pelo jornal francês L´Equipe. Pelé nasceu em Três Corações, Minas Gerais, no dia 23 de outubro de 1940. Marcou 1.281 gols, participando da conquista dos títulos de 1958, 1962 e 1970.

sábado, 10 de julho de 2010

J. S. SANTOS POETA CARIOCA

ESPÍRITO DE POESIA

Como o habitual,
De todo alvorecer
De um novo dia
Hoje, às cinco horas,
Já me encontrava de pé,
Como que incorporado
Por irradiante espírito
Da mais sublime poesia.

Levantei radiante,
Feliz vibrante,
Ainda de pijama
Sair para o jardim.

Passei a andar,
Por sobre o gramado
Com um bailarino a bailar,
Um romântico poeta
A filosofar poetizar.

De repente,
Encontrava-me a recitar,
Como se me encontrasse
Em pleno placo
De um sarau de poesia.

Sorrir de felicidade,
Pois lá no fundo,
No intimo da minha alma,
Tudo resumia
Em profunda alegria
Pela divina benção,
De receber a graça
Da divina visão
Da angelical luz de um novo dia.

POESIA DE J. S. SANTOS